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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Críticas de Terça #35: Antes Mesmo Organizamos nossa Rotina

Antes Mesmo Organizamos nossa Rotina

Para iniciar o ano no TCHÊcnologia, fiz uma varredura emocional na procura minuciosa de um tema que chamasse a atenção do leitor. Nada melhor que o sentimento para recomeçar, não só as críticas mas também o ano, que 2012 faça a diferença.

Uma temática que é universal e que está sempre em voga é o AMOR. Este sentimento peculiar que move montanhas, mas que também desmorona casas, no sentido figurado é claro, faz parte do nosso cotidiano. Independentemente, de ser AMOR de namorados, amor paternal e amor pela profissão.

Fazendo um link com a abordagem de hoje, não posso deixar de comentar o que ocorreu este final de semana com a jovem que morreu afogada durante o passeio de barco, e que logo após o acidente, o namorado dela cometeu um suicídio. Que tipo de amor desejamos? Há os que juram morrer de amor, mas que tipo de amor é esse? Quem ama cuida, e é preciso amar-se primeiro para depois amar o próximo.

Para possuir uma relação saudável, é preciso que haja acima de tudo sinceridade e amizade. Nenhum namoro sobrevive apenas com joguinhos ou juras de amor. É preciso amar alguém que confie em você, que aceite você como você é e que inclua você nos planos pessoais.

Uma relação de amor duradoura é baseada no respeito e compreensão. Não se pode exigir do outro o que você não oferece, ao mesmo tempo, é preciso ter maturidade para entender alguns desafios e solucionar alguns problemas. No caso do acidente, os ocupantes do barco deveriam utilizar os coletes salva-vidas, como isso não ocorreu o namorado da jovem acabou cometendo um suicídio. Essa falta de maturidade quando falamos dos coletes, solucionaria o problema de um possível afogamento. Como diria Vinícios de Morais: “Que seja eterno enquanto dure”, seria o melhor pensamento por parte do namorado para não causar outra tragédia.

Quando penso em Amor, penso num namoro feliz, com dedicação por ambas as partes, respeito mútuo, amizade. Não se pode só levar para o lado dos beijos e abraços, porque quando isso não tiver mais graça a relação se desgastará. Escolha alguém que você goste de conversar, assim tudo será mais leve e mais agradável. Lembre-se que com o tempo a juventude vai-se embora, mas que os sentimentos bonitos não são efêmeros, mas sim duradouros.

Encerro o meu texto com uma dedicatória para meu namorado Marcos, que há dois meses chegou para abrilhantar minha vida e me trazer muitas alegrias.
“O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” Fernando Pessoa

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Este é um post especial do TCHÊcnologia publicado toda terça-feira, às 22h, na seção Críticas de Terça, editada por Emily Arcego. Siga a coluna no Twitter: @CriticasdeTerca e participe!
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